Tiara da Semana: Tiara Bragança (ou Tiara Brasileira)
HISTÓRIA:
A primeira esposa do primeiro Imperador do Brasil era Leopoldina, Arquiduquesa da Áustria. Em 1826, a jovem Leopoldina faleceu e seu viúvo, o Imperador Pedro I resolveu se casar outra vez.
Em 1829, Pedro I se casou com a Princesa Amélia de Leuchtenberg, que na época do casamento ainda era uma adolescente (tinha só 17 anos de idade, enquanto Pedro tinha 31). Amélia era neta do Rei Maximiliano I da Bavária e da Imperatriz Josefina da França.
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| Imperatriz Amélia do Brasil. |
Como presente de casamento para a nova esposa, Pedro deu-lhe uma enorme tiara composta por desenhos de flores, folhas, arabescos e tendo 12,5 centímetros de altura por 50 centímetros de largura, sendo composta de ouro, prata e diamantes. Dizem que pesa de 1 a 3 quilos. A joia foi feita no século 18, mas sofreu alterações em 1820. O detalhe mais interessante é que os diamantes da peça pertenceram a primeira esposa de Pedro, a Imperatriz Leopoldina. Estes diamantes que uma vez pertenceram a Leopoldina foram por ela deixados para os seus filhos após a sua morte, então Pedro comprou os diamantes dos próprios filhos e os usou para a tiara de sua nova esposa.
A tiara foi produzida na França, mas os diamantes eram brasileiros como Amélia reportou a sua mãe.
Em 1873 Amélia faleceu e como não tinha para quem deixar a tiara (sua única filha com Pedro faleceu por tuberculose) ela deixou a joia para sua irmã, a Rainha Josephine da Suécia e Noruega.






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