A joia foi encomendada pelo Imperador alemão Wilhem II em 1913 como uma presente para sua única filha, a Princesa Victória Louise que...
Tiara da Semana: Tiara Helenica (ou Tiara Prussiana de Diamantes).
A joia foi encomendada pelo Imperador alemão Wilhem II em 1913 como uma presente para sua única filha, a Princesa Victória Louise que ia se casar com o Príncipe Hernest August de Hannover.
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| Victória Louise usando a Tiara. |
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| Frederika (usando a tiara) e o marido Paul. |
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| Sophia usando a tiara em seu casamento. |
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| Letizia no dia de seu casamento. |
A Princesa Maria da Glória, mais tarde, Rainha Maria II de Portugal, nasceu no Rio de Janeiro, no Palácio da Quinta da Boa Vista em 4 d...
Serie Princesas Imperiais Brasileiras: Maria da Glória
A Princesa Maria da Glória, mais tarde, Rainha Maria II de Portugal, nasceu no Rio de Janeiro, no Palácio da Quinta da Boa Vista em 4 de abril de 1819 e com o seu nascimento obteve o título de Princesa da Beira e posteriormente Princesa Imperial do Brasil. Era filha do então Príncipe Pedro, que mais tarde se tornou o Imperador Pedro I do Brasil e depois Rei Pedro IV de Portugal e de sua esposa a Princesa Leopoldina, que mais tarde se tornou Imperatriz do Brasil.
Maria da Glória era loira, tinha a pele muito clara e olhos azuis como os da mãe. A menina que virou Rainha aos 7 anos de idade foi a única soberana da Europa a reinar em terras onde não nasceu, a 2ª mulher a governar Portugal e 30º monarca português; Ela reinou de 1834 até sua morte em 1853.
O GOLPE DE D. MIGUEL.
Após a morte de D. João VI em 1826, o Imperador Pedro I do Brasil ascendeu o trono português com Rei D. Pedro IV mas Pedro abdicou a coroa portuguesa para a filha D. Maria da Glória em 3 de maio, tendo em 29 de abril outorgado aos portugueses uma constituição livre, a Carta Constitucional. A abdicação era condicional: "A princesa casaria com seu tio Dom Miguel, e enquanto se não realizasse o consórcio, e o novo regime não dominasse em Portugal, continuaria a regência de Dona Isabel Maria em nome de D. Pedro IV."
Com dispensa papal, por procuração, em 29 de outubro de 1826 Maria casa com seu tio, o infante Miguel. O casamento foi dissolvido em 1 de Dezembro de 1834.
O Infante Miguel, chegou a Lisboa em 9 de fevereiro de 1828 e desembarcou no dia 22, recebendo das mãos de sua irmã mais velha a infanta Isabel Maria a regência, ratificando em 26 de fevereiro o juramento que prestara à Carta Constitucional perante as cortes que Isabel Maria havia convocado, mas não tardou a mudar de resolução. Ele dissolveu as cortes em 13 de março, convocando em 3 de maio o conselho dos três Estados para decidir a quem pertencia a coroa, segundo a antiga forma das cortes do país.
O conselho reuniu-se em 21 de junho e Miguel foi proclamado rei quatro dias depois em precipitada resolução, em vista do ato de reconhecimento do herdeiro da coroa prestado pela regência e real câmara dos pares, instituída pela Carta Constitucional, acerca da sucessão da Casa de Bragança nas duas coroas de Portugal e Brasil, já indicada nas conferências realizadas em Londres em agosto de 1823.
Enquanto isso, na Europa, D. Maria II acaba por viajar entre Inglaterra e França, mas os Reis destes dois países não eram favoráveis às suas pretensões, de modo que regressou ao Brasil em 1829 com a sua madrasta D. Amélia de Beauharnais.
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| Maria da Glória com o pai, Pedro I do Brasil (Pedro IV de Portugal). |
Em 1831, Pedro I abdicou, a 7 de abril, da coroa imperial do Brasil em nome do seu filho Pedro II, irmão de Maria II, e veio para a Europa com a filha e a segunda mulher Amélia, sustentar os direitos da filha à coroa de Portugal. Tomou o título de Duque de Bragança, e de Regente em seu nome.
Pedro deixou a filha em Paris para acabar a sua educação, entregue à madrasta, com bons professores, e partiu para os Açores à frente duma expedição organizada na ilha de Belle-Isle, reunindo seus partidários. Chegando aos Açores a 3 de março de 1832, formou novo ministério, juntou um pequeno exército, cujo comando entregou ao Conde de Vila Flor, meteu-o a bordo duma esquadra que entregou ao oficial inglês Sartorius, e partiu para Portugal continental, desembarcando a 8 de julho na Praia da Memória, em Matosinhos. Seguiu-se o cerco do Porto e uma série de combates, até que, a 24 de julho de 1833, o Duque da Terceira entrou vitorioso em Lisboa, depois de ter ganho, na véspera, a batalha da Cova da Piedade. Porto e Lisboa, as principais cidades, estavam no poder dos liberais. Pedro foi para Lisboa, e mandou buscarem sua filha em Paris para ser aclamada Rainha de Portugal.
FINALMENTE RAINHA.
Em 1834, após a vitória dos liberais, D. Pedro IV morre e Maria da Glória, com apenas 15 anos de idade, é proclamada Rainha Maria II de Portugal.
Nesta altura, D. Maria II tem a seu cargo um país que se encontra destroçado pelas invasões francesas e pela guerra civil, que acabam por levá-lo a uma grave crise financeira.
Além disso, D. Maria II vê-se no centro das lutas entre cartistas e vintistas, sendo que logo no seu primeiro ano como rainha acaba por se debater com intrigas, agitações e questões graves como foi o caso do Contrato do Tabaco e da venda conjunta das Lezírias, além do problema do envio do corpo expedicionário contra os carlistas de Espanha.
Ao longo do seu reinado, sucedem-se os movimentos de revolução e contra-revolução, dos quais D. Maria nem sempre se mantém alheia, sendo que, quando ocorre a Revolução de setembro, D. Maria intenta, em Belém, o golpe de Estado que ficou conhecido como “Belenzada”.
Mais tarde, em 1837, D. Maria II teve de enfrentar o movimento levado a cabo pelos setores moderados e que ficou conhecido como “Revolta dos Marechais”.
Um ano depois, a rainha é confrontada com a aprovação da Constituição de 1838. E a esta seguiram-se ainda mais e mais revoltas.
Por todos estes acontecimentos, podemos constatar que D. Maria II governou o país num período particularmente complicado da História de Portugal, quando se dava a passagem do absolutismo para o constitucionalismo.
CASAMENTOS.
Alêm do casamento com o tio Miguel em 1826, Maria se casou mais 2 vezes:
Em dezembro de 1834 Maria se casou com o Príncipe Augusto de Beauharnais, 9 anos mais velho do que ela.
Augusto era o filho homem mais velho do Príncipe Eugênio de Beauharnais e sua esposa a Princesa Augusta da Baviera portanto irmão da Imperatriz brasileira Amélia, madrasta de Maria II. O casamento durou apenas 2 mêses e acabou com a morte de Augusto.
No fim de 1835 Maria se casou com o Príncipe Fernando Augusto de Saxe-Coburgo-Gotha que foi pai de seus 11 filhos. Este passou a Rei Consorte, como Fernando II, em 16 de setembro de 1837, após o nascimento de um filho varão, regente do reino durante a menoridade do filho Pedro V e, depois da morte deste, até à chegada a Portugal do filho Luís I.
O casamento durou até a morte de Maria em 1853. Viúvo, Fernando casaria de novo em 1869 com sua companheira de longa data, a cantora Elisa Hensler, feita condessa de Edla.
MORTE.
Desde sua primeira gravidez, aos dezoito anos de idade, Maria II enfrentou problemas para dar à luz, com trabalhos de parto prolongados e extremamente difíceis. Exemplo disso foi a sua terceira gestação, cujo trabalho de parto durou 32 horas, findas as quais, foi retirada a fórceps uma menina, batizada in articulo mortis com o nome de Maria.
A perigosa rotina de gestações sucessivas, somada à obesidade (que terminou por causar-lhe problemas cardíacos) e à frequência de partos distócicos levaram os médicos a alertarem a rainha sobre os sérios riscos que corria. Indiferente aos avisos, Dona Maria II limitava-se a retrucar: "Se morrer, morro no meu posto".
Em 15 de novembro de 1853, treze horas após o início do trabalho de parto do natimorto infante Dom Eugénio, seu 11.º filho, Dona Maria II morreu, aos 34 anos de idade. O anúncio da morte foi publicada no Diário do Governo de 16 de novembro de 1853.
"Às duas horas depois da meia-noite do dia 14 para 15, recebi ordem para ir para o Paço, onde cheguei perto das três. Achei já a Imperatriz no quarto da Rainha, para onde entrei logo, achando Sua Majestade incomodada e mesmo pouco fora do seu costume. Assim estivemos até às cinco horas, e então saímos do quarto imediato e perguntámos ao Teixeira o que achava, dizendo-nos: "Sua Majestade vai bem mas devagar". Eu não gostei; e assim se foi passando até às oito horas e meia. Então é que o Teixeira chamou os facultativos, que estavam fora e que não tinham visto a Rainha, e, logo que a examinaram, decidiu-se a horrível operação. Os facultativos eram o Teixeira, o Farto e o Kessler, e os médicos eram o Elias e o Benevides. O Kessler deu logo o caso por muito perigoso.
Começou-se a operação. Eu subi para cima da cama. Do lado direito, a Imperatriz, toda debulhada em lágrimas; a Rainha com ânimo, sem ter um desmaio, mas com muito mau parecer e, queixando-se de que sofria bastante, disse com a sua voz natural: "Ó Teixeira? Se tenho perigo, diga-mo; não me engane".
A Imperatriz desceu da cama, e disse-me: "A Rainha deve-se confessar"; e foi logo dizê-lo a El-Rei, que respondeu: "Chamem o Patriarca". Ora a este tempo já o Farto tinha baptizado o menino. O Patriarca entrou, e a operação não estava de todo acabada, e tudo era horroroso, mas eram mais de dez horas. Acabou-se, e o Patriarca falou com a Rainha, que estava bem mal, e disse-lhe que fizesse com ele o acto de contrição para a absolver, mas, depois disto, pôde Sua Majestade confessar-se, sacramentar-se e ungir-se, e às onze horas e meia expirou.
Não faço reflexões, mas tenho o maior sentimento de que não viessem o José Lourenço e Magalhães Coutinho, que os foram buscar quando não havia remédio.
A rainha dizia: "- Não é nada como das outras vezes". E Ela já tinha passado por uma operação. Não posso explicar a consternação de El-Rei D. Fernando e de todo o Paço.’’
Triste embalsamação, que se fez no dia 16, estando eu sempre, e durou a do Infante e a da Rainha sete horas. Acabada esta aflição, foi a de se vestir, o que era quase impossível, no estado da dissolução em que estava Sua Majestade, mas do modo possível se fez, levando as Ordens e manto Real, mas foi preciso fechar o caixão, porque não é possível pintar o estado de dissolução."
O corpo de Maria II Jaz no Panteão Real da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa. Maria ficou conhecida como "A educadora" e "A boa mãe".
E a Princesa Madeleine revelou o nome de sua terceira filha: o nome dela é Adrienne! A Princesa Madeleine anunciou em seu Instagran...
Princesa Adrienne da Suécia.
E a Princesa Madeleine revelou o nome de sua terceira filha: o nome dela é Adrienne!
A Princesa Madeleine anunciou em seu Instagran o nome de sua terceira criança, ela se chama: Adrienne Josephine Alice.
Oficialmente quem anunciou o nome da bebê foi o seu avô, o Rei Carl Gustaf durante uma reunião do conselho de estado. O Rei também anunciou que ela será Duquesa de Blekinge.
Madeleine e o marido Chris escolheram Adrienne porque é um nome que eles disseram gostar muito. Josephine foi escolhido por ser um nome tradicional na Familia Real Suéca e também por ser um dos nomes de Madeleine. Alice foi escolhido em homenagem a avó da Princesa Madeleine, Alice Sommerlath que era mãe da Rainha Silvia.
A Princesa Madeleine divulgou uma foto dos 3 filhos em seu novo Instagram:
A tiara pertenceu a avó da Rainha Elizabeth II e possui desenhos de rosas e luas. HISTÓRIA: Tudo começou em 1857 quando a Pri...
Tiara da Semana: Tiara Teck Crescente.
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| Princesa Mary Adelaide. |
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| Elizabeth, a Rainha Mãe. |
Em 1901 uma nova base foi criada para a tiara e em 1937 o bandeau da base foi removido e a tiara ficou do jeito que vemos hoje.
Atualmente sabe-se que a Rainha Elizabeth II emprestou a tiara para sua nora, Camilla, a Duquesa da Cornualha, mas até agora ela não usou a tiara que não é vista em público na cabeça de alguém desde a década de 40.
Este é mais um dos romances que para acontecer, contou com a ajuda de ninguém mais, ninguém menos, que a soberana da Inglaterra durante ...
Romance Real: Pedro V e Estefânia.
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| Igreja católica de Santa Hedviges. |
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| Igreja de São Domingos. |
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| Palácio das Necessidades. |
Foi Anunciado que a Princesa Madeleine da Suécia deu a luz a sua terceira criança, uma menina, nesta sexta-feira em Estolcomo. O ...
É Uma Menina: Nasce o Terceiro Bebê da Princesa Madeleine.
O bebê nasceu a 00:41 da manhã no Hospital Danderyd. A Princesa e o bebê passam bem. O marido da Princesa Madeleine, Chris O'Neill, estava ao lado da esposa durante o parto. A nova Princesinha é a 10ª na linha de sucessão ao trono Sueco.
A garotinha pesa 3.465 Kg e mede 50 cm. O feliz papai disse a imprensa: "Estamos emocionados com essa nova adição na nossa família. Leonore e Nicolas querem muito conhecer a nova irmãzinha."
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| A primeira foto da Princesinha. Imagem divulgada pelos pais da bebê. |
Na segunda-feira um Te Dum acontecerá na Capela Real do Palácio de Estolcomo ao 12:15 em honra ao novo bebê e a Família Real Suéca participará, com exeção da Princesa Madeleine e a nova bebê. Não se sabe se a Princesa Leonore e o Príncipe Nicolas estarão presentes.
O nome da nova Princesa da Suécia e o nome de seu ducado serão anunciados pelo Rei Carl Gustav e a Princesa Victoria num encontro com o gabinete nos próximos dias. O batizado será daqui a três mêses e um dos cogitados para ser padrinho da criança é o Príncipe Daniel.
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O Batizado de Meghan.
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A Princesa Danica da Servia dá a Luz a um Príncipe.
O Palácio Real de Belgrado anunciou que Sua Alteza Real a Princesa Danica deu a luz ao seu primeiro filho com o marido, o Príncipe Philip. O nome do bebê é Stefan.
A criança nasceu em Belgrado hoje de manhã, as 10:30 (do horario local). Ambos, mãe e filho passam bem.
O tamanho e o peso do bebê não foram informados mas ele será entitulado Sua Alteza real o Príncipe Stefan da Servia e será o terceiro na linha sucessória do trono.
O Palácio Real informou:
Informações sobre o batizado serão dadas assim como uma foto do novo Príncipe.
Philip e Danica se casaram na igreja Saborna em Belgrado em 7 de outubro de 2017. O casamento foi oficializado pelo patriarca Irinej da Servia e contou com a presença da Princesa Victória da Suécia e o Príncipe Peter como padrinhos do casal.
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Indicação da Semana: Edward VII.
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Tiara da Semana: Tiara Barberini.
HISTÓRIA:
A tiara foi feita pela família Barberini, que foi uma família nobre da Itália. Os Barberini se originaram na região da Toscana mas se estabeleceram em Florença durante o século XI. No meio desta família existiu um Papa, seu nome verdadeiro era Maffeo Barberini e quando ele se tornou Papa ele acabou adotando o nome de Urbano VIII.
A tiara foi feita durante os anos 1850 e faz parte de um conjunto de joias que inclui um par de brincos, um broche e um colar. Os materiais usados na confecção das joias são ouro, prata, diamantes e safiras.
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| Tiara Barberini. |
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| Conjunto da qual a tiara faz parte. |
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